
Chris Achter, um fazendeiro canadense enviou um emoki de “joinha” após receber uma proposta de encomenda de linhaça de Kent Mickleborough, que entendeu que a compra estava encaminhada. Contudo, Chris não entregou a encomenda e o comprador o processou.
Em sua defesa, Chris alegou que enviou o emoji somente para confirmar o recebimento da mensagem, mas não que concordava com ela. Já Kent alega que se baseou em outros acordos já fechados com o fazendeiro por mensagens de texto.
No julgamento da ação, o juiz decidiu que o emoji de polegar para cima é considerado tão válido quanto uma assinatura e que os tribunais “não podem e nem devem tentar deter a maré de tecnologia e uso comum” de emojis. Ele concordou que a maneira não é tradicional, mas é válida sob a circunstância.
Fonte:
(https://www.jusbrasil.com.br/noticias/juiz-considera-emoji-de-joinha-como-assinatura-em-contrato/1893309287)